A. Arqueologia da Arquitetura
45 anos de projetos do autor. Lições recorrentes.
Resumo
- Retrospectiva de projetos do autor: contabilidade sindical, laser trim, monitor de alumínio, 4-TEL, SAC, ROSE, ETS.
- Lição repetida: independência de dispositivo. IO abstrato permitiu trocar hardware sem reescrever.
- Plugins e fronteiras já eram valiosos em assembly e C, antes da OO.
- Erros: dependência de banco (ROSE/OODB), arquitetura imposta antes do código, complexidade prematura.
- Conclusão: princípios são atemporais: separar política de detalhe vale em qualquer tecnologia.
Perguntas-chave
responda de cabeça, depois abraQual a lição mais recorrente do apêndice?
Independência de dispositivo: abstrair IO deixa o sistema sobreviver à troca de hardware.
Princípios de arquitetura dependem de linguagem OO?
Não. Plugins e fronteiras já funcionavam em assembly e C.
Que erro de arquitetura aparece nos projetos?
Acoplar o núcleo a banco/tecnologia específica e definir arquitetura sem programar.
Exercícios de fixação
0/5 respondidas1.
Qual lição aparece com mais frequência nos projetos do apêndice?
2.
Os conceitos de plugin e fronteira:
3.
Um arquiteto que define a arquitetura sem programar tende a:
4.
O apêndice mostra que acoplar o núcleo a uma tecnologia específica de banco:
5.
A conclusão geral do apêndice é que: